sexta-feira, 5 de maio de 2017

Toalhas para Altar e Leitura de Oráculos

Zots na 14ª Convenção de Bruxas & Magos de Paranapiacaba

Toalhas tem a finalidade de formar o solo sagrado para práticas ritualísticas, criando assim uma ligação entre você e o universo.
Quando usadas em Altar devemos colocar sobre ela os instrumentos mágicos simbolizando os elementos, Cálice (água), Pentáculo (terra), Athame (ar) e Castiçal e Bastão (fogo).
Quando usada para Cartomancia, cabe falarmos de alguns detalhes; se possível, dedique uma mesa para uso exclusivo para esta finalidade. Caso não haja esta possibilidade deve-se prepará-la antes de iniciar a leitura.
Um detalhe importante é que da mesa devem constar os quatro elementos (fogo, água, terra e ar). Sendo que durante a leitura é importante que haja sempre velas e um incenso acesos.
Não se colocam as cartas diretamente sobre a mesa, em hipótese nenhuma. A toalha constitui um local consagrado para fins de leitura das cartas, e será preparada para tal finalidade. Assim, não se deve colocar cartas em outro lugar que não seja sobre a toalha. Para aqueles que desmontam o ambiente para guardá-lo depois da leitura, deve-se usar a toalha para embrulhar cuidadosamente o baralho guardando-o assim protegido. Este recurso pode ser usado também no caso de você precisar transportar o baralho para colocá-lo em outro lugar, que não seja no local de costume, indo sempre baralho e toalha juntos, sendo uma maneira de se levar o local de leitura junto das cartas.

Os Símbolos


Deusa
A Deusa é a Grande Mãe, representa a Energia Universal Geradora, o Útero de Toda Criação. É associada aos mistérios da Lua, da Intuição, da Noite, da Escuridão e da Receptividade. É o inconsciente, o lado escuro da mente que deve ser desvendado. A Lua nos mostra sempre uma face nova a cada sete dias, mas nunca morre, representando os mistérios da Vida Eterna.
O símbolo espiral, usado frequentemente por wiccanos é um sinal da vida. A espiral representa o ciclo contínuo de vida, morte e renascimento.

A linha em espiral pode ser vista como o caminho constante da vida e tem sido encontrada ao longo da história, desde os tempos do Paleolítico, onde foram esculpidos em túmulos. Espirais também podem ser encontrados em muitos instantes na natureza, por exemplo: galáxias e conchas do mar.

Pentagrama
Dentre os inúmeros símbolos criados pelo homem, se destaca o pentagrama, que evoca uma simbologia múltipla, sempre fundamentada no número 5, que exprime a união dos desiguais. As cinco pontas do pentagrama põem em acordo, numa união fecunda, o 3, que significa o principio masculino, e o 2, que corresponde ao princípio feminino. O pentagrama sempre esteve associado com o mistério e a magia. Ele é a forma mais simples de estrela, que deve ser traçada com uma única linha, sendo conseqüentemente chamado de "Laço Infinito".
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O Septagrama é uma estrela unicursal de sete pontas, também conhecida como "Estrela dos Elfos". Esta forma possui uma longa tradição simbólica e um forte potencial mágico. O seu significado relaciona-se com o do número 7 sagrado em muitas culturas.
Septagrama
O Septagrama representa os sete dias da semana, os sete regentes planetários, os sete chakras principais, os sete metais alquímicos, as sete cores do arco-íris, as sete notas da escala musical, entre outros.
Em cada uma das pontas do Septagrama está associada um dos planetas da astrologia clássica.
O Septagrama tem muitas equivalências e aplicações. Uma das suas formas de utilização mais divulgadas é como selo de invisibilidade, para ocultar segredos, para proteger objetos da curiosidade alheia e ajudar o mago a passar despercebido quando necessita.
Foi utilizado por ocultistas ao longo de toda a História - um dos mais célebres foi Aleister Crowley que o adotou como símbolo da sua Ordem da Estrela de Prata.

Os estudos das antigas culturas e mitologias revelaram que a interpretação da Grande Mãe como uma deusa tríplice foi baseada no ciclo das fases da Lua para facilitar a compreensão das múltiplas qualidades e atributos do Sagrado Feminino.
Triluna
O número três tem um significado sagrado desde a antiga Babilônia, simbolizando nascimento, vida e morte, inicio, meio e fim, infância, idade adulta e velhice ou corpo, mente e espírito. Várias lendas e mitos falam de três fadas madrinhas, três desejos ou três tarefas a cumprir. Aceitando-se a premissa de que a humanidade foi criada a partir da própria matriz da Deusa, é fácil compreender e aceitar sua tríplice manifestação como um padrão repetitivo de nascimento, crescimento e transformação.
A Lua é o símbolo do princípio feminino, representando potencialidades, estados de alma, valores do inconsciente, humores e emoções, receptividade e fertilidade, mutação e transmutação. As fases da Lua caracterizam aspectos da natureza feminina e representam os estágios e as transformações na vida da mulher.
A primeira face da Deusa é a Donzela, Virgem e Ninfa, correspondendo à fase entre a lua nova e a crescente. Representa a juventude, a vitalidade, a antecipação da vida, o início da criação, o potencial de crescimento, a semente do "vir a ser".
O aspecto de Mãe da Deusa foi o mais acessível para que a humanidade o reconhecesse, invocasse e se identificasse. A lua cheia está ligada à imagem maternal da Deusa, à mulher em toda sua plenitude, ao potencial pleno da força vital. Ela corresponde ao crescimento e amadurecimento de todas as coisas, ao ponto culminante de todos os ciclos, à semente germinada e à plenitude do caldeirão.
Os aspectos da Grande Mãe são variáveis, refletindo suas qualidades criadoras e nutridoras, sua fertilidade e flexibilidade ou seu lado guerreiro e justiceiro, mas seu ensinamento principal sempre foi o amor irrestrito e o apoio para nossa transformação.
O terceiro aspecto da Deusa, como Anciã, corresponde à fase da lua minguante e lua negra, sendo o menos compreendido e o mais temido. Chamada também de Mãe Escura ou Terrível, de maga, bruxa ou mulher sábia, essa manifestação nos leva para o mundo das sombras e do desconhecido. Corresponde ao lado escuro, obscuro e inconsciente do princípio feminino e, por isso, traz terror e fascínio, mostrando ao mesmo tempo a luz e a sombra, o bem e o mal, o positivo e o negativo. Representa o declínio das coisas, a diminuição da força vital, o envelhecimento, o fim do ciclo, a iniciação para os mistérios da morte e da reencarnação, a sabedoria, o recolhimento e a espera por um novo ciclo.
Cada ser humano entrará em contato mais cedo ou mais tarde com essa face escura da Grande Mãe. Não há juventude eterna; a idade traz o declínio físico, mas também a experiência, a sabedoria, o poder mágico e o desapego. A Anciã é a detentora dos registros akáshicos e é por meio dela que aprendemos a canalizar a energia para nosso crescimento espiritual, a finalizar um ciclo, a nos reciclar e a esperar que a Donzela possa iniciar uma nova fase para nosso crescimento e evolução.
A Anciã se funde com a Mãe e a Donzela, criando, assim, um ciclo contínuo contido na essência completa da Grande Mãe. Ela é tão importante quanto as outras faces, os aspectos se entrelaçando e se fundindo, um levando ao outro, pois a Grande Mãe é cada um deles e sua soma também.
No plano individual, o ciclo das fases lunares reflete-se no fluxo das energias físicas, emocionais e mentais, passando do ritmo crescente para a plenitude e diminuindo para a introspecção, silêncio e espera. Podemos observar as fases lunares nos acontecimentos de nossa vida principalmente na fase escura no mês que antecede nosso aniversário, assim chamado "inferno zodiacal" e nos momentos de perda e dor ou “a noite escura da alma".
Ao perceber e seguir o movimento da Lua no céu, observando, reconhecendo e integrando suas três fases, poderemos nos sintonizar e alinhar com o fluxo do tempo e com os ritmos naturais. Conhecendo e usando os poderes mágicos da Lua, reverenciando as Deusas a ela Iigadas, criaremos condições para melhorar e transformar nossa realidade harmonizando-nos e vivendo de forma mais equilibrada, plena e feliz.

Tetragrammaton
O Tetragrammaton é um pantáculo de proteção para todas as agressões espirituais e psíquicas. 
Nesse pantáculo encontram-se os sete planetas em seus aspectos masculino e feminino; a taça simbolizando a mulher, a espada simbolizando o homem, o bastão de simbolizando a sabedoria e o prato simbolizando a fartura. No alto do pentagrama encontra-se os “Olhos que tudo vêm”; logo abaixo a letra alfa = início, no lado oposto a letra omega = final, entre essas letras os símbolos de Mercúrio e Vênus formam juntos um Caduceu que simboliza o infinito.
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Mandala do Zodíaco
A Mandala do Zodíaco, quando usada como bandô exposta num ambiente, tem a propriedade de harmonizá-lo. Essa mandala por si só é a representação da harmonia celeste equivalente ao Baguá Celestial chinês. Seus símbolos alquímicos produzem a vibração do planeta que rege cada signo. Como descreveu Paracelso cada planta, pedra, animal ou parte do corpo tem uma correspondência energética com cada planeta e deles recebe influências. Sendo a representação natural do zodíaco com início em Áries, esta mandala é também perfeita para a leitura com tiragem de doze lâminas no Tarot.
Ao centro, a árvore da vida alquímica, que é também símbolo de vida harmônica equivalente a árvore da vida cabalística; circundada por um nó celta, que não tem começo ou fim, representa os mistérios interligados da vida, nascimento, vida e morte.
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Um comentário:

  1. Amei ������❤️❤️❤️❤️❤️��������

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