quarta-feira, 24 de maio de 2017

Athames

Zots na 14ª Convenção de Bruxas & Magos de Paranapiacaba

O Athame é um dos quatro instrumentos mágicos da Wicca (juntamente com o Pentáculo, a Varinha e o Cálice). Estes quatro instrumentos correspondem as quatro "armas" de significado no mito celta - a espada, a lança, o escudo e o caldeirão (e / ou gral). Os mesmos quatro instrumentos rituais também aparecem nas práticas mágicas da tradição hermética ocidental, derivadas da Aurora Dourada; bem como nas plataformas do tarot.
Tania Gori
O Athame é um punhal ritualístico de fio duplo sem corte, utilizado para absorver, potencializar e direcionar energias em rituais.
É usado para traçar o círculo mágico, selar uma "porta" e desse modo afastar qualquer tipo de energia ou ser espiritual que possa atrapalhar o ritual. Invocar poderes, direcionar a energia ou consagrar utensílios que serão usados durante o ritual.
Em algumas Tradições o Athame só é usado ritualisticamente, enquanto em outras ele é utilizado para outras finalidades mágicas.
Em 1979 The Spiral Dance Starhawk liga o Athame ao elemento de Ar, porem há Tradições que o ligam ao elemento fogo.
Ele simboliza o Deus no altar e só é retirado do mesmo, para traçar o círculo ou para celebração simbólica do Grande Rito, onde ao ser mergulhado no Cálice simboliza a união do Deus com a Deusa.


Importante
O Athame não possui nenhum uso de corte, quando não usado para direcionar energias em ritual é
um instrumento decorativo que serve como símbolo do poder masculino no altar, já que representa um falo, enquanto que o cálice representa um útero. Por se tratar de um objeto que possui ponta, é muito importante que se tenha total cuidado com o seu uso e armazenamento para não gerar nenhum tipo de acidente.



Origens
Gerald Gardner
"Athame" como uma palavra não existe antes Gerald Gardner, um dos fundadores da Wicca moderna, nos anos 50. Embora existam várias palavras que são semelhantes. A maioria destas "grafias variantes" são encontradas em várias versões francesas de A Chave de Salomão. A artave francesa, a arthane e a arthame são provavelmente versões de artavus, uma palavra latina medieval que significa canivete e descrita como "uma pequena faca usada para afiar as canetas dos escribas". Em 1927, a palavra arthana aparece no livro Mistérios e Segredos da Magia, onde o autor cita uma edição de 1572 da Chave de Salomão. Mistérios e Segredos também contem uma imagem mostrando em branco e preto facas tratadas para uso em magia. Em O Mago o Sol é referido como Athemay, com a idéia sendo emprestada do Heptameron, que remonta ao século XIV.
Pode-se acreditar que a palavra Athame é provavelmente uma corruptela de uma das muitas palavras usadas para faca mágica em A Chave de Salomão. As similaridades são significativas e Gardner usa símbolos de Salomão para decorar a empunhadura da faca mágica descrita em seu romance de 1948, High Magic's Aid. Outras teorias emergiram, e valem a pena compartilhar. Idries Shah, um contemporâneo de Gardner e muito provavelmente seu primeiro biógrafo, especulou em seu livro Sociedades Secretas (1961) que Athame poderia derivar do termo árabe al-dhamme que se traduz como sangue-letra.  A palavra francesa attame que significa cortar ou perfurar é outra fonte possível, embora pouco provável.
Hécate
O uso de uma faca sagrada em ritos pagãos é bastante antigo. Há um desenho de um vaso grego datado de aproximadamente 200 a.c. que mostra duas bruxas invocando os poderes da Lua, uma delas está segurando uma varinha e a outra segura uma pequena espada.
Em uma jóia da Roma Antiga, há a figura de Hécate na forma tripla, onde seus três pares de braços seguram os símbolos de uma tocha acesa, um açoite e uma adaga mágica.
Uma xilogravura que ilustra a história de Gentibus Septenbrionalibus de Olaus Magnus, publicada em Roma em 1555, mostra uma bruxa controlando alguns fantasmas, brandindo um Athame em uma mão e um punhado de ervas mágicas na outra.


Usos
Sorita d’Este & Athame Zots
Gardner afirma que em seus escritos que o Athame é o mais importante dos instrumentos rituais, que teve muitos usos, mas que nunca foi usado como faca para o corte físico real. No entanto, tem havido especulações de que o interesse e a perícia de Gardner em espadas e facas antigas, e em particular as mágicas facas "kris" da Malásia e da Indonésia, podem ter contribuído para a importância central do instrumento em sua visão da Wicca.
Embora muitos bruxos só usem seus Athames em rituais e feitiços, outros acreditam que, quanto mais for usado o Athame (mesmo em situações cotidianas), mais poderosa ele se torna.
Apesar de algumas pessoas acreditarem que os Athames eram ou ainda são utilizados em rituais de sacrifício, essa prática é rechaçada com veemência pelos seguidores da Wicca uma vez que sacrifícios, sejam estes humanos ou de animais, são completamente fora de seus princípios religiosos.

Uma espécie de Athame afiado e de cabo branco usado para cortar ervas, cordas ou na confecção de varinhas.

Espadas
O Athame é um instrumento individual, enquanto a espada é mais apropriada como um instrumento de coven, ou instrumento pessoal do sumo sacerdote ou alta sacerdotisa. Existem riscos óbvios associados a um grupo inteiro de pessoas que usam espadas, enquanto estão confinadas dentro de um pequeno espaço. Este fator de segurança, bem como a facilidade de uso, podem explicar por que na Wicca a ênfase é mais no Athame pessoal de cada bruxa, do que na espada.

Características
Scott Cunningham escreveu em “Wicca: Um guia para o praticante solitário” que os Athames têm empunhaduras pretas porque a cor preta absorve a energia. "Quando o Athame é usado no ritual para dirigir a energia, parte deste poder é absorvido no cabo - Montante que pode ser solicitado mais tarde. Então, às vezes, a energia levantada dentro do ritual Wicca é canalizada para o Athame para uso posterior”.
Athames Zots
Tem gravados em sua lâmina e guarda símbolos mágicos, astrológicos, deidades, espíritos ou os elementos.
Seu Athame irá “aparecer” para você, ele terá a forma, o peso e dimensão que você irá reconhecer como seu.

Outras Conhecimentos

Existem rituais de consagração para um Athame recém-adquirido, seja ele novo ou adquirido de outra pessoa. Ao comprar um Athame (ou qualquer instrumento mágico) é importante nunca pechinchar sobre o preço.
Tocar no instrumento de outra pessoa sem permissão é considerada uma intromissão no espaço pessoal de seu dono.

1. Witchcraft Today - Gerald Gardner, “The Witch’s Tools.”
2. The Spiral Dance - Starhawk.
3. Wicca: Magical Beginnings - Sorita d’Este e David Rankine 
4. Wicca: A Guide for the Solitary Practiioner - Scott Cunningham
5. Magical Religion and Modern Witchcraft - James R. Lewis
6. Mysteries and Secrets of Magic - C.J.S. Thompsons
7. Magical Religion/White Witches


quarta-feira, 17 de maio de 2017

Fama, Popularidade e Reconhecimento com a Pedra Estrela

Zots na 14ª Convenção de Bruxas & Magos de Paranapiacaba
A Pedra Estrela reflete uma luminescência contra um fundo negro que dá a impressão de um céu repleto de estrelas na noite. Os reflexos altamente reluzentes pelos quais é conhecida na verdade são provocados pela luz que dança sobre minúsculos pontinhos de hematita.
É uma pedra espiritual e inspiradora. Coloca-nos em contato com as energias do cosmos aumentando nossa criatividade e intuição. Esta pedra de mágica beleza desperta nosso lado espiritual, nos acalma e estimula a terceira visão.
Ajuda a concretizar nossos maiores desejos e sonhos, atravessar momentos difíceis, obscuros, trazendo esperança, graça e cor à vida, quando nosso sol interno está demorando a voltar e estamos nos sentindo apagados e sem brilho.
Alivia momentos de dor, falta de fé e expectativas em um futuro melhor, distraindo nossa mente quando o pessimismo está ancorado.
Também pode ser usada para resgatar nossa crença na abundância mesmo que nos pareça distante, estimulando e amadurecendo o dom da esperança.
Resgata o poder da fé e lembra-nos que os milagres acontecem e que existe algo que nos protege, mesmo quando não o podemos ver.
Também desenvolve a nossa intuição e a nossa capacidade de vermos a luz no fim do túnel, mostrando-nos o caminho quando nos sentimos desorientados e perdidos.
o poder dentro de nós
A Pedra Estrela é o outro lado do sol, do que existe quando o sol se põe no horizonte e fica fora do âmbito de nossa visão. Quando trabalhamos com as leis da polaridade que existem neste planeta, devemos compreender que a luz existe mesmo quando não podemos vê-la. É muito reconfortante ter a consciência de que a orientação espiritual se encontra disponível a cada passo do caminho, mesmo em meio às trevas pessoais ou durante o aprendizado de lições que parecem estar além da nossa compreensão.
Quando usada na meditação ela transmuta o mais profundo desespero em fé e no conhecimento de que tudo está realmente de acordo com a ordem divina. Quando colocada no terceiro olho, nos ajuda a atravessar a "hora mais escura da noite". Ela transmite a compreensão de que, quando a noite é mais escura, as estrelas são mais brilhantes e você não é deixado sem luz nem por um momento.
Com o seu brilho escuro, ajuda a desfazer a ilusão de que a luz não existe quando não podemos vê-la, iniciando o milagre da metamorfose para transformar nossa existência.
É um lembrete de que tudo está perfeito, mesmo quando consumido nas profundezas da luta humana, nos mostrando a luz nas ocasiões em que não é possível vê-la ou senti-la.
Quando relacionada à afetividade tem efeito calmante. Usada para acabar apropriadamente com relacionamentos destrutivos, abastecendo nosso interior de esperança e renovação.
Propriedades: Considerada a pedra da fama. Confere-nos uma aura de popularidade e reconhecimento pelos outros.

Ritual
Pingente Pedra Estrela

Para concretizar o seu maior desejo, segure o Pingente Pedra Estrela dentro da sua mão esquerda e faça em voz alta o seu pedido:
“Pedra Estrela, ilumina o meu caminho e ajuda-me a conseguir…”
Repita todas as manhãs, e use o pingente durante o dia. O seu pedido será encaminhado para si.



Curiosidade
Pedra Estrela é protetora do mês de Dezembro, pois evoca o brilho da Estrela de Belém, que guiou os três Reis Magos até ao local onde nasceu o Menino Jesus. Reza a lenda que, quando Jesus nasceu, uma misteriosa estrela com um brilho fora do vulgar surgiu no céu, anunciando aos Reis Magos que havia finalmente nascido o salvador. Seguindo o brilho dessa estrela, os Reis Magos Gaspar, Baltazar e Belchior foram adorar o menino que nascera.
Embora a Estrela de Belém seja um fenômeno astronômico inexplicável, nesse tempo os astrólogos que estudavam o céu acreditavam que quando surgia uma estrela especial ela anunciava o nascimento de um rei.


terça-feira, 16 de maio de 2017

Cromoterapia #TudodeBom

Zots na 14ª Convenção de Bruxas & Magos de Paranapiacaba

Cromoterapia é a utilização das cores nos processos terapêuticos e harmonização.

Atualmente, há na medicina vários tratamentos que usam a luz.
A luz azul, por exemplo, é usada para tratar bebês prematuros com icterícia. A luz violeta para tratar problemas de pele como acne e a psoríase.
Hoje a física moderna convenciona matéria como sendo uma forma de energia em estado de congelamento.
O homem é feito de matéria, sendo assim, todos os átomos e partículas subatômicas que constituem o corpo humano são também um tipo de energia congelada.
Isto significa que as pessoas poderiam ser consideradas como sendo complexos feixes de energia congelada e como toda energia vibra e oscila em diferentes frequências, então, pelo menos no nível atômico, o corpo humano é realmente constituído por diferentes tipos de energia vibratória.
Cromoterapia
Neste caso, a doença seria uma alteração de determinadas frequências vibratórias no corpo gerando um mau funcionamento fisiológico e possivelmente uma má organização da matéria (GERBER, 2000).
Esta forma de pensar fundamenta diversas linhas terapêuticas. Uma delas é a Cromoterapia, técnica terapêutica que faz uso de estímulos sobre determinados pontos e/ou regiões do corpo por meio da aplicação de diferentes cores do espectro visível e não visível.
A cromoterapia não utiliza a Cor em si, mas sim, a freqüência eletromagnética que esta Cor representa e a informação que a mesma transmite.
O espectro de luz visível pode assumir diversas cores (desde o violeta até o vermelho), em função do comprimento de onda.
O Dr. Fritz-Albert Popp, físico, desenvolveu pesquisas na área de biofótons. Escreveu um trabalho sobre a biologia da luz, onde demonstra cientificamente que todas as células de um organismo vivo são luminosas, e que se comunicam entre si e respondem à irradiação de luz e suas frequências.

 

Origem da cromoterapia
Encontramos nos textos antigos que os médicos gregos e do antigo Egito praticavam curas por exposição à luz solar. Heliópolis, cidade grega do Sol, era uma cidade de cura pela luz. Embora se atribua ao antigo Egito a descoberta da terapia cromo-espectral, foram os gregos através da Heliografia que deram início às práticas chamadas de Cromoterapia.
Textos antigos mencionam que na Índia o uso da Cromoterapia foi utilizado muito antes da luz elétrica, utilizavam caixas com sedas coloridas, iluminadas por velas.
Goethe, em 1840 lança “ Teoria das cores “, onde é registrada a influência que a cor exerce em nossas vidas à nível físico, mental e emocional, contribuindo a partir daí no estudo da luz e seus efeitos na vida humana.
Cromoterapia
No século XIX, os médicos se envolveram nas experiências de tratamento de doenças, como a paralisia, com a luz solar e as cores. Em 1876 Augustus J. Pleasanton publica “Luzes do sol e azuis“, onde analisa os efeitos da luz azul no sistema glandular e no sistema nervoso.
Em 1878 o Dr. Edwin Babbitt em “Os princípios da luz e da cor“ relata experiências de cura, atuando com a luz colorida de diferentes cores e matizes. Deu-se início ao despertar da classe médica pela terapia da luz, seguindo-se as descobertas do poder bactericida da luz ultravioleta, assim como a influência da luz na produção de vitamina D e sua influência no tratamento.
Em 1920, o médico Dinshah P. Ghadiali desenhou um sistema de cromoterapia baseado no uso de 12 cores e luz elétrica, ao qual denominou de “Sistema Espectro Cromático”.
Estudando o espectro de Fraunhofer para cada elemento, Ghadialli descobriu ainda que quando um elemento é exposto à luz branca ele absorve a freqüência correspondente à sua banda espectral e emite luz nessa mesma freqüência, concluindo que estando o corpo humano, constituído de muitos elementos químicos, também ele deve absorver luz de uma determinada frequência e emiti-la ao exterior, ao campo eletromagnético que envolve o corpo.
Então, pesquisou que para cada elemento dentro do corpo e comparou cada espectro de cor primária do elemento com sua função fisiológica, concluindo que a principal cor emitida pelo elemento está relacionada com função do mesmo no corpo; portanto, quando essa cor fosse aplicada terapeuticamente, auxiliava a função desse elemento no organismo.
No mesmo período o Dr. Harry Riley Spitler iniciou uma pesquisa baseada nos estudos dos trabalhos de Babitt em seu sanatório e descobre que a luz colorida aplicada oferecia novas perspectivas de crescimento.
Na década de 1970, o Dr. Robert Gerard, em sua tese de psicologia, demonstrou como os sentimentos e emoções são influenciados pelas cores e sua relação com o sistema nervoso autônomo.
Um novo estágio na terapia da luz se inicia a partir de 1989, das descobertas do Dr. Russel J. Reiter em relação a melatonina, o hormônio e neurotransmissor liberado pela glândula pineal e que regula o ciclo de claro e escuro e afirma-se até que é responsável pelo relógio biológico.
Em 1981 – no Brasil o jornalista e terapeuta holístico René Nunes, baseado em pesquisas, realizadas no Centro de recuperação energética, em Brasília, demonstrando a ação terapêutica das cores do espectro cromático do Sol, esclarecendo a função de cada cor sobre as diversas áreas de vibração do corpo físico, desenvolvendo métodos e técnicas para a aplicação dos estímulos luminosos coloridos como regenerativos nas disfunções orgânicas.
Publicou os livros: “Cromoterapia - a Cura através das cores“, “Cromoterapia Aplicada“, “Cromoterapia Técnica“, “Dinâmica da Cromoterapia“ e “Compêndio Cientifico da Cromoterapia“.

Bastão Cromático - Caneta Cromoterapia Zots
O Bastão Cromático é a soma de Bastão Atlante com a energia das cores, em um único aparelho. É usado em aplicações de cromoterapia, aurículo cromo puntura e também em reflexologia.
No corpo do Bastão existem duas aberturas para a colocação dos filtros de luz (lâminas coloridas), o que possibilita a combinação dos filtros, obtendo-se assim um grande número de tons.
Bastão Cromático Zots
Os Bastões Cromáticos Zots, têm sua ponta de cristal removível, permitindo ao operador optar pela forma de atuação com ou sem cristal. Com a ponta instalada reduz-se o tempo de aplicação, tanto com relação ao tempo aplicado, como ao número de aplicações.
Pontas de cristal de quartzo hialino não lapidado, somente polido; isso garante que sua orientação de crescimento seja respeitada, fazendo com que o cristal transmita perfeitamente todas as energias que por ele passam, não somente as fotocromáticas.
O Bastão Cromático Zots não possui alça, o que o descaracterizaria como Bastão Atlante.
Aplicação
São vários os métodos de aplicação do Bastão. Em geral, ele é aplicado sobre uma área específica (exceto olhos) ou Chackras correspondentes, numa distância de aproximadamente 20 cm.

Cromoterapia uso das cores
Para a cromoterapia cada cor está diretamente ligada a um dos sete chackras localizados ao longo da coluna vertebral, que são considerados campos de energia que têm influência nas nossas emoções e na nossa saúde corporal.
O operador deve estar familiarizado com a utilização das cores, bem como suas indicações.

 

Indicações da cromoterapia
Cromoterapia
– Depressão;
– Ansiedade;
– Estresse;
– Fadiga;
– Dores em geral;
– Dor de cabeça;
– Enxaqueca;
– Diabetes;
– Pressão arterial elevada;
– Asma;

– Tosse.

Como a cromoterapia pode ajudar?
– Vermelho: ativa a circulação sanguínea e estimula o sistema nervoso. Ela está ligada ao chakra básico, que está localizado no baixo ventre e que comanda toda a coluna vertebral.
Cromoterapia
– Azul: atua para a baixa da pressão arterial e, além disso, possui função analgésica. Ela corresponde ao chakra laríngeo, que atua no sistema respiratório e faz a gestão da nossa expressão verbal.
– Amarelo: o uso do amarelo atua nos olhos, nos ouvidos, nos ossos e nos tecidos internos. Essa cor está ligada ao chakra Plexo Solar, que rege o estômago e corresponde ao poder pessoal e satisfação.
– Laranja: cor antidepressiva. Além disso, ela rejuvenesce e melhora o funcionamento do nosso metabolismo. Ligada ao chrakra umbilical, ela comanda as ações relacionadas ao sexo.
– Verde: atua no chakra cardíaco, que comanda o coração e o sistema circulatório. Pode ajudar, também, no combate à insônia.
– Índigo: controla o sistema nervoso, pois corresponde ao chakra frontal. A cor índigo purifica o sangue e tem um efeito anestésico.
– Violeta: corresponde ao chakra coronário, localizado no alto da cabeça. A cor violeta atua acalmando os nervos e os músculos, bem como eliminando infecções e inflamações.





quarta-feira, 10 de maio de 2017

Ametista a Pedra da Transmutação

Zots na 14ª Convenção de Bruxas & Magos de Paranapiacaba
A Ametista transporta a energia transmutadora do raio violeta. Pertencente à família dos quartzos, é uma pedra muito poderosa e protetora.

Energia: receptora
Planeta: Júpiter, Netuno
Elemento: Água
Divindades: Baco, Dionísio, Diana
Poderes: sonhos, alcoolismo, cura, sensitividade, paz, amor, protege de ladrões, coragem, felicidade

A pedra da transmutação para meditação, tranqüiliza os pensamentos, acalma e traz a paz. Ensina humildade abrindo a mente para vibrações superiores.
A calma e a paz desencadeada pela ametista possibilitam que a mente serene, os pensamentos cessem e que sugestões de conhecimento mais profundo penetrem na consciência.
A Ametista atua também para ensinar a humildade. Ela mostra à mente que existe algo superior a ela, que tem limitações.
Limpa a aura e estabiliza e transmuta disfunções energéticas no corpo. Pode ser usada para alterar hábitos de alcoolismo, drogas ou outras dependências. A ametista permite ultrapassar dependências e bloqueios de todos os tipos.
A Ametista também atua em casos de dores de cabeça, insônias e pesadelos. Também pode ser usada em disfunções dos sistemas nervoso, digestivo.

História
Por milhares de anos a Ametista foi considerada uma parte importante de coleções reais. Os egípcios e, especialmente, os gregos, eram obcecados com esta maravilha natural. Para eles, era um símbolo de poder.
Conforme o tempo passava, a igreja cristã também adotou a ametista para os seus Bispos como um símbolo de Cristo.

 

A história grega

Segundo a mitologia grega, Dionísio embriagado (o deus do vinho e rituais) ficou furioso com uma jovem virgem chamada Ametista. Quando a garota pediu ajuda a deusa Diana ela transformou Ametista em uma bela pedra branca para protegê-la. Por sentir pena de suas ações Dionísio começou a chorar e suas lágrimas caíram em seu copo de vinho. O copo entornou e derramo-se sobre a pedra, colorindo-a até que se tornou a ametista que conhecemos hoje.

Propriedades:
Ametista tem sido valorizada por suas habilidades por milhares de anos no mundo antigo.
·             Físico De acordo com diversos terapeutas a ametista pode ajudar com os sintomas de abstinência de substâncias que causam dependência e ajudar com dores de cabeça, insônia e alívio da dor.
·             Mental popular desde os gregos, ametista é conhecida por manter a mente sóbria. Este aspecto também se estendeu para coisas como emoções. Mentalmente, a ametista tem a capacidade de manter a mente fundamentada e sóbria, livre das flutuações e de inquietações.
·             Espiritualidade porque tem a capacidade de manter a mente calma o despertar espiritual se torna mais fácil. Focar-se em meditação pode ser um desafio, mas com uma mente calma é muito mais fácil. Diz-se também ser eficaz para estimular habilidades psíquicas.

Como usa-la

Como todas as pedras preciosas e jóias, ametista deve ser usada em contato estreito com a pele especialmente com o lado esquerdo do corpo, que é o lado receptivo.
Circlets e Pingentes são eficazes.

Este texto é uma compilação das seguintes publicações:
Enciclopédia de Cristais, Pedras Preciosas e Metais Scott Cunningham
E Matt Caron (*), 2014/2015 em http://blog.sivanaspirit.com/

 

(*) Matt Caron

Matt é editor sênior do blog Sivana, professor de Yoga e explorador. Focado em inspirar vida e diálogo conscientes; não só para os outros, mas para si mesmo. Ele também é o fundador da TheYogaBlog.com


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Que tal energizar a sua casa para atrair vibrações positivas e prosperidade com ajuda do Dual Rod?

Ana Maria Braga pediu ajuda para a radiestesia para avaliar e energizar a Casa de Cristal!
O Dual Rod é um instrumento usado em radiestesia para medir campos de energia, cabendo ao operador determinar se a fonte é boa ou nociva.
O Dual Rod funciona através do subconsciente do radiestesista, que deve estar relaxado e calmo para uma medição confiável.
O Dual Rod Zots é composto de dois cabos de madeira e duas varetas de aço inox que devem ser encaixadas nos cabos.

Para energizar a Casa de Cristal, Ana Maria Braga usou o Pêndulo Cromático e o Dual Rod. Com isso, ela conseguiu medir as energias positivas e nocivas do local.

 

Como utilizar:

Segure o cabo de um dos conjuntos, com uma das mãos, fazendo com que a haste metálica fique paralela ao chão e direcionada para frente. Faça o mesmo com o outro conjunto na outra mão, de modo que as duas varetas fiquem paralelas entre si. Lentamente, comece a andar sempre mantendo as varetas para sua frente, assim que houver uma variação no campo energético do lugar, as varetas se fecharão ou abrirão. Por exemplo, quando as varetas do Dual Rod se cruzarem indicarão que há uma fonte de energia telúrica.

Energizar:

Caso não esteja tudo bem com o ambiente, é hora de energizar! algumas dicas para energizar sua casa e até mesmo o ambiente de trabalho.

Confira: 
1 - Limpeza energética.
Com amônia: diluir uma tampinha de amônia em um balde de 5 litros de água e passar no chão, teto, parede e partes de madeira. Atenção: não precisa fazer a limpeza na cozinha, banheiro e área de serviço.

2 - Se você sente insônia, enxaqueca ou tem depressão.
São sinais de interferência energética no local onde você dorme. O que fazer? Mude a cama de local ou coloque uma placa Luxor.

3 - Móveis.
Evite móveis de quina (quebrando cantos). Móveis a 45 graus na parede.

4 - Carrancas.
Evite energias de forma como carrancas e máscaras dentro de casa. Daquelas que as pessoas trazem de Bali, por exemplo.

5 - Para eliminar energias estagnadas. 
Descarte objetos quebrados, mesmo que você ainda utilize. Limpe os armários e paredes que apresentem mofo.

6 - Borrife água pela casa.
A água equilibra os íons (componente químico do ar) de um ambiente criando uma atmosfera positiva como próximo de cachoeiras, mar e florestas.

7 - Coloque flores e uma boa música.
Isso também ajuda a energizar a casa.

 

Medindo a aura: posicione as varetas do aparelho lateralmente à pessoa, se as mesmas se mantiverem com a mesma distância, o individuo estará saudável, se no entanto uma delas colar na pessoa e a outra se afastar significará perda de energia, desequilíbrio.

 

Medindo os chakras: para tanto posicione o Dual Rod em frente a um dos chakras, se as varetas se cruzarem indicarão que o chakra não esta bem, se ao contrário elas se abrirem indicarão que ele está bem



Parte deste material foi extraído da participação da radiestesista Isabel Carapinha no programa de Ana Maria Braga dia 01 de janeiro de 2015

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Toalhas para Altar e Leitura de Oráculos

Zots na 14ª Convenção de Bruxas & Magos de Paranapiacaba

Toalhas tem a finalidade de formar o solo sagrado para práticas ritualísticas, criando assim uma ligação entre você e o universo.
Quando usadas em Altar devemos colocar sobre ela os instrumentos mágicos simbolizando os elementos, Cálice (água), Pentáculo (terra), Athame (ar) e Castiçal e Bastão (fogo).
Quando usada para Cartomancia, cabe falarmos de alguns detalhes; se possível, dedique uma mesa para uso exclusivo para esta finalidade. Caso não haja esta possibilidade deve-se prepará-la antes de iniciar a leitura.
Um detalhe importante é que da mesa devem constar os quatro elementos (fogo, água, terra e ar). Sendo que durante a leitura é importante que haja sempre velas e um incenso acesos.
Não se colocam as cartas diretamente sobre a mesa, em hipótese nenhuma. A toalha constitui um local consagrado para fins de leitura das cartas, e será preparada para tal finalidade. Assim, não se deve colocar cartas em outro lugar que não seja sobre a toalha. Para aqueles que desmontam o ambiente para guardá-lo depois da leitura, deve-se usar a toalha para embrulhar cuidadosamente o baralho guardando-o assim protegido. Este recurso pode ser usado também no caso de você precisar transportar o baralho para colocá-lo em outro lugar, que não seja no local de costume, indo sempre baralho e toalha juntos, sendo uma maneira de se levar o local de leitura junto das cartas.

Os Símbolos


Deusa
A Deusa é a Grande Mãe, representa a Energia Universal Geradora, o Útero de Toda Criação. É associada aos mistérios da Lua, da Intuição, da Noite, da Escuridão e da Receptividade. É o inconsciente, o lado escuro da mente que deve ser desvendado. A Lua nos mostra sempre uma face nova a cada sete dias, mas nunca morre, representando os mistérios da Vida Eterna.
O símbolo espiral, usado frequentemente por wiccanos é um sinal da vida. A espiral representa o ciclo contínuo de vida, morte e renascimento.

A linha em espiral pode ser vista como o caminho constante da vida e tem sido encontrada ao longo da história, desde os tempos do Paleolítico, onde foram esculpidos em túmulos. Espirais também podem ser encontrados em muitos instantes na natureza, por exemplo: galáxias e conchas do mar.

Pentagrama
Dentre os inúmeros símbolos criados pelo homem, se destaca o pentagrama, que evoca uma simbologia múltipla, sempre fundamentada no número 5, que exprime a união dos desiguais. As cinco pontas do pentagrama põem em acordo, numa união fecunda, o 3, que significa o principio masculino, e o 2, que corresponde ao princípio feminino. O pentagrama sempre esteve associado com o mistério e a magia. Ele é a forma mais simples de estrela, que deve ser traçada com uma única linha, sendo conseqüentemente chamado de "Laço Infinito".
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O Septagrama é uma estrela unicursal de sete pontas, também conhecida como "Estrela dos Elfos". Esta forma possui uma longa tradição simbólica e um forte potencial mágico. O seu significado relaciona-se com o do número 7 sagrado em muitas culturas.
Septagrama
O Septagrama representa os sete dias da semana, os sete regentes planetários, os sete chakras principais, os sete metais alquímicos, as sete cores do arco-íris, as sete notas da escala musical, entre outros.
Em cada uma das pontas do Septagrama está associada um dos planetas da astrologia clássica.
O Septagrama tem muitas equivalências e aplicações. Uma das suas formas de utilização mais divulgadas é como selo de invisibilidade, para ocultar segredos, para proteger objetos da curiosidade alheia e ajudar o mago a passar despercebido quando necessita.
Foi utilizado por ocultistas ao longo de toda a História - um dos mais célebres foi Aleister Crowley que o adotou como símbolo da sua Ordem da Estrela de Prata.

Os estudos das antigas culturas e mitologias revelaram que a interpretação da Grande Mãe como uma deusa tríplice foi baseada no ciclo das fases da Lua para facilitar a compreensão das múltiplas qualidades e atributos do Sagrado Feminino.
Triluna
O número três tem um significado sagrado desde a antiga Babilônia, simbolizando nascimento, vida e morte, inicio, meio e fim, infância, idade adulta e velhice ou corpo, mente e espírito. Várias lendas e mitos falam de três fadas madrinhas, três desejos ou três tarefas a cumprir. Aceitando-se a premissa de que a humanidade foi criada a partir da própria matriz da Deusa, é fácil compreender e aceitar sua tríplice manifestação como um padrão repetitivo de nascimento, crescimento e transformação.
A Lua é o símbolo do princípio feminino, representando potencialidades, estados de alma, valores do inconsciente, humores e emoções, receptividade e fertilidade, mutação e transmutação. As fases da Lua caracterizam aspectos da natureza feminina e representam os estágios e as transformações na vida da mulher.
A primeira face da Deusa é a Donzela, Virgem e Ninfa, correspondendo à fase entre a lua nova e a crescente. Representa a juventude, a vitalidade, a antecipação da vida, o início da criação, o potencial de crescimento, a semente do "vir a ser".
O aspecto de Mãe da Deusa foi o mais acessível para que a humanidade o reconhecesse, invocasse e se identificasse. A lua cheia está ligada à imagem maternal da Deusa, à mulher em toda sua plenitude, ao potencial pleno da força vital. Ela corresponde ao crescimento e amadurecimento de todas as coisas, ao ponto culminante de todos os ciclos, à semente germinada e à plenitude do caldeirão.
Os aspectos da Grande Mãe são variáveis, refletindo suas qualidades criadoras e nutridoras, sua fertilidade e flexibilidade ou seu lado guerreiro e justiceiro, mas seu ensinamento principal sempre foi o amor irrestrito e o apoio para nossa transformação.
O terceiro aspecto da Deusa, como Anciã, corresponde à fase da lua minguante e lua negra, sendo o menos compreendido e o mais temido. Chamada também de Mãe Escura ou Terrível, de maga, bruxa ou mulher sábia, essa manifestação nos leva para o mundo das sombras e do desconhecido. Corresponde ao lado escuro, obscuro e inconsciente do princípio feminino e, por isso, traz terror e fascínio, mostrando ao mesmo tempo a luz e a sombra, o bem e o mal, o positivo e o negativo. Representa o declínio das coisas, a diminuição da força vital, o envelhecimento, o fim do ciclo, a iniciação para os mistérios da morte e da reencarnação, a sabedoria, o recolhimento e a espera por um novo ciclo.
Cada ser humano entrará em contato mais cedo ou mais tarde com essa face escura da Grande Mãe. Não há juventude eterna; a idade traz o declínio físico, mas também a experiência, a sabedoria, o poder mágico e o desapego. A Anciã é a detentora dos registros akáshicos e é por meio dela que aprendemos a canalizar a energia para nosso crescimento espiritual, a finalizar um ciclo, a nos reciclar e a esperar que a Donzela possa iniciar uma nova fase para nosso crescimento e evolução.
A Anciã se funde com a Mãe e a Donzela, criando, assim, um ciclo contínuo contido na essência completa da Grande Mãe. Ela é tão importante quanto as outras faces, os aspectos se entrelaçando e se fundindo, um levando ao outro, pois a Grande Mãe é cada um deles e sua soma também.
No plano individual, o ciclo das fases lunares reflete-se no fluxo das energias físicas, emocionais e mentais, passando do ritmo crescente para a plenitude e diminuindo para a introspecção, silêncio e espera. Podemos observar as fases lunares nos acontecimentos de nossa vida principalmente na fase escura no mês que antecede nosso aniversário, assim chamado "inferno zodiacal" e nos momentos de perda e dor ou “a noite escura da alma".
Ao perceber e seguir o movimento da Lua no céu, observando, reconhecendo e integrando suas três fases, poderemos nos sintonizar e alinhar com o fluxo do tempo e com os ritmos naturais. Conhecendo e usando os poderes mágicos da Lua, reverenciando as Deusas a ela Iigadas, criaremos condições para melhorar e transformar nossa realidade harmonizando-nos e vivendo de forma mais equilibrada, plena e feliz.

Tetragrammaton
O Tetragrammaton é um pantáculo de proteção para todas as agressões espirituais e psíquicas. 
Nesse pantáculo encontram-se os sete planetas em seus aspectos masculino e feminino; a taça simbolizando a mulher, a espada simbolizando o homem, o bastão de simbolizando a sabedoria e o prato simbolizando a fartura. No alto do pentagrama encontra-se os “Olhos que tudo vêm”; logo abaixo a letra alfa = início, no lado oposto a letra omega = final, entre essas letras os símbolos de Mercúrio e Vênus formam juntos um Caduceu que simboliza o infinito.
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Mandala do Zodíaco
A Mandala do Zodíaco, quando usada como bandô exposta num ambiente, tem a propriedade de harmonizá-lo. Essa mandala por si só é a representação da harmonia celeste equivalente ao Baguá Celestial chinês. Seus símbolos alquímicos produzem a vibração do planeta que rege cada signo. Como descreveu Paracelso cada planta, pedra, animal ou parte do corpo tem uma correspondência energética com cada planeta e deles recebe influências. Sendo a representação natural do zodíaco com início em Áries, esta mandala é também perfeita para a leitura com tiragem de doze lâminas no Tarot.
Ao centro, a árvore da vida alquímica, que é também símbolo de vida harmônica equivalente a árvore da vida cabalística; circundada por um nó celta, que não tem começo ou fim, representa os mistérios interligados da vida, nascimento, vida e morte.
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